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Quem eu sou quando exerço o papel de líder? Como minha liderança afeta às pessoas?

Perguntas poderosas e reveladoras! Nem sempre fáceis de serem respondidas; questões como essas requerem reflexão sobre si mesmo e permissão para trazer à tona a essência do ser. Vale reservar um tempo na agenda para acessar as respostas que se encontram armazenadas na mente. O autoconhecimento é um exercício extraordinário para uma avaliação de performance. Por exemplo, como se percebe exercendo a liderança, como seus colaboradores e pares o veem e, avançando um pouco mais, como gostaria de ser lembrado por seus colaboradores.
Quanto mais profundamente a pessoa se conhece, maior se torna a capacidade de solucionar problemas nas mais distintas áreas, como: relacionamentos, organização pessoal, conflitos, tomada de decisão entre outras áreas importantes. É uma grande oportunidade de realinhamento da história pessoal e profissional.

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Por falar em história, nós somos as histórias que contamos, assim como, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Ao longo da vida nós criamos sucessos, frustrações, amor, decepções… São experiências pessoais e cada uma delas tem um sentido. Observar essa história com certa curiosidade desvendará convicções limitantes que podem ser revistas e transformadas, considerando-se que, hoje, seus conhecimentos são mais abrangentes do que no tempo em que aprendeu a ser quem é, tendo como referência as habilidades de pais e mestres.
Até que ponto o seu lado profissional está repetindo padrões de seus pais e de seus mestres? Qual é a sua essência como líder?
O perfil do líder pode estar relacionado à educação recebida de pessoas próximas. Há profissionais que lideraram na base da pressão, pois assim foi o seu aprendizado. Com um histórico de aprendizagem rigorosa, as pessoas tendem a serem, também, rigorosas ou a adotarem um modelo oposto, tornando-se permissivas para evitar a transferência de seu “sofrimento” a outros.
Em geral, aqueles que lideram sob pressão, são extremamente eficazes em conquistar resultados financeiros, só que pecam no quesito liderança, especialmente na gestão de pessoas. Não vamos julgar certo ou errado o estilo de liderança, apenas queremos que perceba quem é você e como os seus comportamentos afetam as pessoas de seu convívio. O ponto em questão é se autoconhecer, descobrir a essência do líder e encontrar o equilíbrio entre atingir metas e desenvolver pessoas.

Noscilene Santos, Master Coach, Palestrante e escritora.

Comunicação e Negociação
Estratégias para negociações bem sucedidas

post_img2Persuasão ou força, o que é mais adequado em uma negociação? Bons negociadores, sem dúvida, possuem a habilidade de persuadir a outra parte a “fazer” o que eles desejam.
Segundo Napoleon Hill, um dos princípios que rege experts em uma rodada de negociação, é a Lei da Concentração, uma maneira de influenciar as pessoas a cooperar, de vencer o antagonismo com argumentos embasados em fatos e de desenvolver a amizade. Ao passo que usar a força, ainda que obtenha resultados satisfatórios no curto prazo, dificilmente se consolidará a fidelização.
Mesmo cientes de que a concentração seja fundamental, nos dias de hoje esse comportamento tornou-se o grande desafio. Manter-se focado em uma única atividade, enquanto os apelos para desviar a atenção gritam: e-mails, redes sociais, whatsapp, Skype e outros, tudo à mão a qualquer hora, disponíveis na maioria dos ambientes. O que fazer para se concentrar? Preparar-se! Esse preparo envolve atenção nos objetivos, tranquilidade e autoconfiança para defender os interesses.
Não existem improvisos para negociadores bem sucedidos, eles planejam cada passo da negociação, incluindo pelo menos três alternativas classificadas por grau de importância. São flexíveis; na visão deles, mudar um ponto de vista é sinal de força e não de fraqueza. Assumem o papel de negociador, são atenciosos, inspiram confiança, contam boas histórias capazes de convencer com mais harmonia do que as explicações meramente técnicas. Demonstram firmeza em suas ações.
Do ponto de vista da comunicação em negociação, a linguagem do corpo deve ser observada atentamente. Essa é a mais verdadeira comunicação. Mesmo em silêncio, o oponente está se comunicando por meio da postura, dos movimentos, da respiração…estas pistas indicam a disposição das partes envolvidas no processo, em dar sequencia ao diálogo, fazer pausa ou encerrar a negociação.
Um dos segredos do sucesso em negociações é conhecer todos os detalhes da operação, desde as especificações técnicas até as informações sobre os comportamentos dos outros negociadores, suas posições na empresa, seus perfis e como eles conduzem negociações.

Vale destacar os sete pontos relevantes na condução de uma negociação:

  1. Preparar-se técnico e emocionalmente.
  2. Ter um propósito bem definido.
  3. Concentrar-se nos interesses de ambas as partes.
  4. Buscar alternativas de ganhos mútuos.
  5. Revisar o planejamento. Verificar se tem respostas para: O quê? Qual? Como? Quando? Quem? Por quê?
  6. Definir estratégias para responder possíveis objeções.
  7. Fazer as amarrações do debate, pontuando os fatos mais importantes e fechar o acordo.

O fechamento é um dos principais focos de atenção. Existem erros graves cometidos até pelos mais expert negociadores. Cuide para não antecipar e fechar cedo demais quando poderia explorar as vantagens do acordo. Ou perder o time fechando tarde demais, colocando em risco o adiamento da decisão. Pior cenário, encerrar a conversa sem fechar o negócio.
Estatísticas mostram que 63% dos vendedores terminam suas apresentações de maneira brilhante, porém não fazem as perguntas de fechamento. O negociador de sucesso terá em mãos a lista de perguntas de fechamento para garantir o resultado “ganha, ganha”, de maneira que ambas as partes saiam vencedoras. E, para “baterem o martelo”, finalizam reforçando três itens:

  • Revisam os detalhes da negociação, deixando claras as decisões acordadas.
  • Destacam as responsabilidades de cada uma das partes.
  • Definem o cronograma de implementação ou de entrega.

A estratégia poderosa é manter-se no campo de negociação durante todo o processo, isso significa ter o corpo e a mente no mesmo espaço. Concentração! Essa é a arte de desenvolver carisma e a comunicação eficaz na negociação. Vale destacar, que paciência e persistência são característica dos vencedores. Eles incorporam a regra: A recusa não é uma rejeição.

“Se eu tivesse nove horas para cortar uma árvore, passaria seis horas afiando meu machado”.
( Abraham Lincoln)
Noscilene Santos
São Paulo, 25 de julho de 2013

Despertando a essência do Lider

Quem sou eu? Que tipo de líder eu sou?

10985056_702138656564087_19162760156470972_oPerguntas poderosas e reveladoras! Nem sempre fáceis de serem respondidas; questões como essas requerem reflexão sobre si mesmo e permissão para trazer à tona a essência do ser. Vale reservar um tempo na agenda para acessar as respostas que se encontram armazenadas na mente. O autoconhecimento é um exercício extraordinário para uma avaliação de performance. Por exemplo, como se percebe exercendo a liderança, como seus colaboradores e pares o veem e, avançando um pouco mais, como gostaria de ser lembrado por seus colaboradores.
Quanto mais profundamente a pessoa se conhece, maior se torna a capacidade de solucionar problemas nas mais distintas áreas, como: relacionamentos, organização pessoal, conflitos, tomada de decisão entre outras áreas importantes. É uma grande oportunidade de realinhamento da história pessoal e profissional.
Por falar em história, nós somos as histórias que contamos, assim como, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Ao longo da vida nós criamos sucessos, frustrações, amor, decepções… São experiências pessoais e cada uma delas tem um sentido. Observar essa história com certa curiosidade desvendará convicções limitantes que podem ser revistas e transformadas, considerando-se que, hoje, seus conhecimentos são mais abrangentes do que no tempo em que aprendeu a ser quem é, tendo como referência as habilidades de pais e mestres.
Até que ponto o seu lado profissional está repetindo padrões de seus pais e de seus mestres? Qual é a sua essência como líder?
O perfil do líder pode estar relacionado à educação recebida de pessoas próximas. Há profissionais que lideraram na base da pressão, pois assim foi o seu aprendizado. Com um histórico de aprendizagem rigorosa, as pessoas tendem a serem, também, rigorosas ou a adotarem um modelo oposto, tornando-se permissivas para evitar a transferência de seu “sofrimento” a outros.
Em geral, aqueles que lideram sob pressão, são extremamente eficazes em conquistar resultados financeiros, só que pecam no quesito liderança, especialmente na gestão de pessoas. Não vamos julgar certo ou errado o estilo de liderança, apenas queremos que perceba quem é você e como os seus comportamentos afetam as pessoas de seu convívio. O ponto em questão é se autoconhecer, descobrir a essência do lider e encontrar o equilíbrio entre atingir metas e desenvolver pessoas.
Agora, vamos regressar ao passado e investigar situações em que o espírito de líder se evidenciou em você. Quais eram os seus comportamentos com os colegas de escola, com os professores e familiares? O que mudou e o que prevaleceu no estilo atual?
Vale a reflexão! A história de vida é pessoal e cada um pode resgatar o que quiser. Assim, reunirá subsídios para compreender que os pais e os professores ofereciam o que eles tinham de melhor. Agora, você tem outras escolhas à sua disposição; o que vai fazer?

Noscilene Santos, Master-Coach, conferencista, autora dos livros: Manual pratico de Coaching, Ed. Laços e O Sentido da Felicidade, DVS Editora

A força do Hábito!

Afinal, cultivar hábitos é bom ou ruim?

HabitosUm hábito pode ser definido com uma maneira de agir, pensar ou sentir costumeira. Também, a aptidão em desempenhar determinadas atividades por meio da prática frequente.

Parafraseando Chico Buarque em Cotidiano: “Todo dia ela faz tudo sempre igual…”. Nós somos habituados a repetir os padrões fazendo as coisas do mesmo modo, quase mecanicamente. Isso se justifica, segundo pesquisas científicas, por que o cérebro, o tempo todo, busca maneiras de nos poupar esforços; assim nascem os hábitos. Eles são úteis, pois nos livra de ocupar a mente o tempo todo com coisas banais, cedendo-nos espaço para pensar em atividades mais relevantes.

O problema surge quando decidimos mudar um velho hábito, certamente vamos enfrentar resistências em razão de nos sentirmos presos a ele.

Até que ponto percebemos que o comportamento resultante de um hábito prejudica o desempenho pessoal ou afeta outras pessoas? É muito sutil a forma como o hábito se acomoda em nossas vidas. É confortável seguir o mesmo caminho, é seguro repetir processos. A questão é identificar quais são eficazes e quais não servem mais, estão inadequados e exigem o desapego.

O Desafio é refletir sobre a rotina do dia a dia, no trabalho, por exemplo, qual é a primeira coisa que você faz ao chegar em seu ambiente? Qual é a segunda, a terceira… Todas essas ações rotineiras são necessárias ou você as executa automaticamente sem ao menos avaliar a utilidade? Preste atenção em seus e-mails, quantas mensagens já solucionadas continuam ativas na caixa de entrada? Quantos documentos, que já deveriam estar arquivados, permanecem na gaveta ou sobre a mesa? Jornais velhos, revistas, equipamentos em desuso… Quantas coisas são preservadas devido ao hábito de pensar que elas poderão ser úteis em algum momento.

A própria cultura organizacional poderá impor rotinas vistas como imutáveis. Neste caso, há que avaliar se os processos, as regras, o modelo de negócio ainda condizem com as necessidades que o momento exige.

Para ilustrar, citaremos um case formulado do livro “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg, em que um executivo recém contratado decide mudar o modelo de gestão, priorizando a segurança no trabalho em vez de promessas, habitualmente, anunciadas por seus antecessores de alavancar receitas e reduzir custos. A princípio os colaboradores ficaram confusos. Os investidores chocados. Muitos foram aconselhados a venderem suas ações. Para surpresa de todos, em menos de um ano os lucros da empresa tiveram alta recorde, resultado do aumento da produtividade e redução de custos, devido ao baixo índice de acidentes de trabalho. Os profissionais adquiriram novos hábitos; adotaram as normas de segurança e tornaram-se agentes fiscalizadores, mantendo o executivo sempre informado de qualquer situação anormal no ambiente de trabalho. Melhor, incorporaram para suas vidas, cuidando, inclusive, de observar e agir em situações externas, alheias à empresa.

Batalha vencida! O executivo não prometeu aumentar os lucros, mas as ações efetivas com o objetivo de atingirem índice zero de acidentes de trabalho, elevaram os resultados financeiros.

Fácil promover mudanças? Definitivamente não é. Os hábitos fazem parte da vida. No caso exposto, primeiro os colaboradores foram influenciados a mudarem a maneira como trabalhavam. Eles entenderam a importância da segurança no desempenho de suas atividades e se engajaram para cumprirem o propósito. Essa foi a recompensa da mudança.Todos nós temos recompensas quando cumprimos as rotinas. Portanto, a recompensa é o ponto chave para substituir um velho hábito.

Vamos ponderar algumas situações comuns em nossas vidas que merecem novos condicionamentos:

1- O desejo de emagrecer – em geral, pessoas com esse propósito já experimentaram diferentes métodos de dietas sem obter o sucesso desejado. Provavelmente não identificaram o fator emocional que afeta o objetivo, a dor do fracasso não foi tão intensa a ponto de gerar mudanças. Uma alternativa é criar alavancas que fortaleçam a “Força de Vontade”, essa é uma das principais características de quem quer mudar. Trazendo à tona a sabedoria de Nietzsche “Quem tem um porque para viver, pode enfrentar quase todos os COMOS”. O segredo é descobrir o valor por trás do desejo e estabelecer recompensas para os novos hábitos.

2- Anseio por sucesso profissional – De novo a “Força de vontade” é o motor que impulsionará a pessoa ao sucesso profissional. Neste caso, o passo inicial é o autodiagnostico, entender quais comportamentos estão impedindo o progresso na carreira. A estratégia é semelhante a do emagrecimento, fatores emocionais tem grande impacto, crenças e valores também interferem fortemente no resultado. O pressuposto que trazemos para reflexão é: “Se o que está fazendo não estiver funcionando, faça algo diferente”. Repetir os mesmos padrões vai gerar a mesma classe de resultados.

Ao compreendermos que somos mais poderosos do que os hábitos adquiridos ao longo da vida e que eles foram criados ou incorporados por nós mesmos, podemos nos libertar e construir novos hábitos que trarão diferentes recursos para o futuro que desejamos viver.

O Sentido da Felicidade

“No momento em que perguntar: eu sou feliz? Não será mais”.
Krishna Murti

Motivação1O verdadeiro sentido da felicidade não se define em palavras. Cada um tem a sua própria interpretação. Depende da cultura, dos valores, do modo de compreender o mundo e do propósito vida. Tão simples e ao mesmo tempo complexa. Há quem diga, por exemplo, que ser feliz é dedicar-se ao próximo. Outros, entendem que é a capacidade de transformar emoções de sofrimentos em alegria intensa e contentamento. Ainda, tem a ver com um estado de bem-estar, de satisfação e de equilíbrio interior.
Na minha reflexão sobre essas percepções, não há fórmulas, nem segredos a serem revelados para conduzirem as pessoas à felicidade. Mas, existe um caminho. A partir do autoconhecimento é possível identificar e acessar sensações, emoções e sentimentos que podem ser traduzidos em estados de felicidade.
O autoconhecimento é uma jornada longa e árdua porque vai evidenciar reações comportamentais, até então, ignoradas. Ao longo dessa busca há que se observar como os estímulos externos provocam tais reações internamente. A investigação só é possível no momento presente, sem julgar o que vê, ouve e sente, apenas contemplando os movimentos naturais, assim como eles são.
A busca interior requer muita determinação. Ser feliz é, de fato, uma escolha, pois todos nós somos dotados de emoções e sentimentos que nos movem ou nos acorrentam. Se a escolha for pelo sofrimento, a tendência é nos afastarmos da felicidade. Iremos distancia-la do campo de visão, em vez de acessa-la dentro de nós mesmos. A consequência é transformar a jornada rumo à felicidade em um encontro impossível.
Lembre-se da auto responsabilidade com o que acontece em seu mundo interno e externo. Cada um deve se responsabilizar por escolher entre ter uma vida plena, cheia de contentamento ou viver em prol dos problemas frutos da própria realidade.
Segundo Buda, existem oito estímulos externos que provocam a infelicidade e o egocentrismo, são eles: elogio e culpa; ganho e perda; prazer e dor; fama e vergonha. Tais estímulos interferem na real felicidade, por se relacionarem ao “ter” em vez de “ser”. Enquanto a felicidade estiver conectada a aquisições de bens, amor e atenção de acordo com as próprias expectativas, ela estará condicionada a alguma coisa e você se privando da essência.
Para além disso, expectativas frustradas desencadeiam sentimentos de infelicidade, sejam motivados por rupturas ou fracassos. Nesses casos, a baixa autoestima, cede lugar aos pensamentos negativos que vão conduzir a resultados, também, negativos. O sofrimento vai transformar a vida em lamentos e, remoer o que passou enquanto a vida passa não é a melhor solução.
Sabendo-se que a felicidade ou a infelicidade está na realidade que se cria, procure concentrar-se em seus desejos mais profundos. Desperte-se para a realidade simples e linda como ela é. Crie exatamente o que deseja para sua vida, em vez de ocupar a mente e o tempo com coisas a evitar.
“Orai e vigiai”. Vigiai os inúmeros pensamentos que habitam a sua mente. Eles desviam a atenção do “agora”, repetindo padrões limitantes como: “você não vai conseguir!” “Eu não quero sofrer”. “As coisas sempre acabam mal”… esses diálogos internos bloqueiam o acesso à felicidade. Pensar positivo, em direção aos desejos mais sagrados, ocupa o mesmo tempo e espaço de se pensar negativo. Portanto, adote um novo padrão, mude os pensamentos e desfrute dos resultados!
Se há um momento específico para ser feliz, é agora. Amanhã poderá ser tarde demais. Você, protagonista de sua história, como interpreta a sua vida? Ao decidir promover uma pequena mudança em sua atuação, estará garantindo um espetáculo extraordinário. O ato de olhar para dentro de si, desvendará a sua melhor versão e você vai se auto premiar com um “Oscar”, o Oscar da felicidade.
No processo de coaching, o coachee faz grandes descobertas sobre suas escolhas. Consegue enxergar o campo de recursos mais amplo do que ele imaginava. A felicidade dele não depende de fatores externos, depende sim de suas atitudes diante dos fatos, da sua força de vontade em reconhecer os pequenos avanços em direção aos objetivos, realização pessoal e profissional. Descobre que a felicidade está no caminho e não no destino.
Na visão de Flávio Gikovate, “Viver é um projeto individual ”. Ao aceitarmos esse pensamento como uma possibilidade, podemos inferir que o sentido da felicidade é a realidade criada pelo ser humano, de acordo com a sua própria maneira de ver o mundo.

Profissional Coach é como uma luz que ilumina o campo de respostas do Coachee”. Noscilene Santos

Em busca da realização profissional

Construir uma carreira de sucesso começa pela avaliação de três pontos: o primeiro a ser considerado é a análise do perfil comportamental. Entender se as características são de empreendedor ou de seguir carreira em um determinado segmento. O segundo, de fundamental importância, é a escolha da profissão em si. E o terceiro está relacionado com a pesquisa de mercado para identificar quais organizações mais se aproximam de seus valores.

Vencidas essas etapas, inicia-se o planejamento para a conquista da posição e o desenvolvimento da carreira.

Em geral, as boas escolhas estão ligadas aos pontos fortes inerentes a cada ser humano. Diante disso, vale dedicar tempo prestando atenção às suas habilidades naturais. Descobrir quais são as atividades de interesse que realiza com mais facilidade e prazer. Inicie a busca compreendendo o seu “eu”, o que pode fazer; sabe fazer e quer fazer:

  • Eu posso fazer”- é capaz de realizar a atividade recebendo alguma orientação, ainda que a informação esteja descrita no manual de instruções.
  • Eu sei fazer”- Refere-se aos pontos fortes. Executa com naturalidade. Só que nem sempre o saber fazer é suficiente para a escolha certa. Há muitas atividades que sabemos fazer bem e não gostamos de executa-las.
  • Eu quero fazer”- o verbo “querer”, a chave que vai abrir oportunidades para construir a carreira de sucesso. Querer significa ter vontade, desejar com afinco. O “querer” move a pessoa de onde ela está até o lugar aonde quer chegar.

Conheça-te a ti mesmo”. Ter consciência das próprias escolhas elimina diversas muletas colecionadas ao longo da vida, por exemplo aquele chavão: “conseguiu ser promovido em meu lugar porque é um puxa-saco”.

Vale lembrar que a responsabilidade pelo sucesso na carreira é do próprio profissional. Chefes, líderes, colegas, equipe, família, são coadjuvantes nessa empreitada. Eles podem contribuir com suas experiências, seja como Mentores, Coaches, Professores ou amigos, sem interferirem em sua realização pessoal.

Vamos supor que o profissional trabalha na empresa de seus sonhos, seja como empreendedor ou CLT. Entrega as metas, compromete-se com resultados, se relaciona bem com a equipe. Tudo transcorre na mais perfeita ordem. Isso bastaria para ter ascensão na carreira? Nem sempre. O que garantirá essa conquista é o seu planejamento de carreira. Sabendo-se aonde quer chegar, terá consciência sobre quais competências devem ser desenvolvidas para conquistar novas posições no quadro de carreira da organização ou posicionamento no mercado, caso seja empreendedor.

Para projetar o futuro, deverá fixar objetivos claros e determinar o tempo em que deseja alcança-los. Conhecer as ações efetivas dessa jornada é essencial para atingir os resultados planejados.

Outro fator que se destaca em uma carreira de sucesso e realização profissional é o aprendizado contínuo. Atualizar competências e qualificações faz parte dos objetivos das pessoas bem sucedidas. Ter visão ampliada do mercado local e global, é um diferencial competitivo. Ficar atento às inovações e mudanças no âmbito global, pois, as interferências externas poderão afetar a organização e, consequentemente, afetará o seu plano de carreira.

Enfatizamos a importância da escolha profissional para se construir uma carreira de sucesso. Entre todas as opções, decida por fazer o que gosta. Segundo Confúcio, “Escolha um trabalho que você ame e nunca terá de trabalhar um dia em sua vida”. Deve, ainda, traçar estratégias, assumir desafios, saber flexibilizar, cuidando sempre do equilíbrio em suas distintas áreas da vida.

A carreira profissional é sua, a responsabilidade pelo sucesso é também sua. cuide bem dela!

Noscilene Santos, Master Coach, escritora e conferencista internacional.

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Uma resposta em “Artigos

  1. Olá Noscilene Santos, muito obrigada pelo artigo. Muito bem escrito e articulado. Me ajudou a pensar nas minhas escolhas. Parabéns

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