Por que sair da Zona de Conforto?

Oberdan Ferreira Coutinho LiraOberdan Ferreira Coutinho Lira, Matogrossense, Biólogo, especializado em Saúde,   Vencedor do prêmio de Melhor Experiência Nacional em Saúde Ambiental pelo Ministério da saúde, escritor, vai falar de suas experiências e do seu propósito ao lançar-se como empreendendor na área de desenvolvimento humano em A Hora do Coaching, nesta quarta, 20, às 9:30, http://www.tvgeracaoz.com.br.

Ele inicia sua nova jornada com um grande projeto o WIC.O – Workshop Internacional de Cultura Organizacional, a ser realizado em Cuiabá no mês de outubro de 2013.

Oberdan Ferreira Coutinho Lira – 35 anos, Mato grossense Nascido e criado em Cuiabá. – Biólogo, Esp. em Saúde Pública, Esp. Impacto da poluição na Saúde Humana pela USP; Funcionário Público Estadual. Vencedor do prêmio de Melhor Experiência Nacional em Saúde Ambiental pelo Ministério da saúde – 2009. Gestor em vigilância à Saúde por seis anos consecutivos de 2006 a 2011.  Escritor de romance de fantasia medieval “A sombra do cavaleiro negro”. Membro do Storytelling Group Brazil. Sócio da The One – Planejamento & consultoria e Idealizador do WiC.O. – Workshop Internacional de Cultura Organizacional.

Esperamos por você!

Noscilene Santos, apresentadora e Coach Internacional certificada pelos Institutos ICI e ECA, autora do Manual Pratico de Coaching – Ferramentas para potencializar competências de liderança.

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O Coach, e seus principais desafios

Este artigo faz parte de uma pesquisa iniciada há três anos com coaches no Brasil.
Por meio de reuniões, e-mails e telefonemas os coaches comentaram sobre os desafios
que enfrentam atualmente.
Escrevo abaixo os desafios que mais se repetiram neste últimos 3 anos.
Os mais comuns são:

  • Estabelecer minha marca como coach no mercado e ser reconhecido como simbolo de excelência.
  • Conquistar e manter coachees com qualidade até o final dos processos.
  • Entender claramente os modelos, as técnicas e ferramentas que compõem o processo do coaching até sentir que tenho domínio das mesmas para conduzir as sessões com segurança e propriedade do que falo.
  • Receber um valor considerado justo pelos serviços e alcançar estabilidade financeira.
  • Ter condições para escolher se prefiro atuar como Coach de Nichos ou Generalista.
  • Saber o que fazer quando o coachee adia ou falta muito nas sessões, ou quando os coachees tem reações diferentes das que espero.
  • Encontrar pessoas ou empresas que conheçam o coaching e estejam dispostos a passar e pagar pelo processo.
  • Dominar técnicas e conhecimentos que me ajudem a elevar minha performance como coach.
  • Entender o que devo fazer para motivar o coachee a voltar nas próximas sessões; O que devo falar e como devo agir para instigar meu coachee a realizar as tarefas, ampliar consciência e conquistar os resultados positivos que espera.
  • Concorrência com valores extremamete diferentes; E saber ´´cobrar´´.

Enfim a lista de desafios é grande …………………. amanhã falaremos sobre estes; E abordaremos também sobre os benefícios desta carreira; mostrando os cenários favoráveis atualmente no Brasil e como ter sucesso como Coach.
Até amanhã às 9h00 com Noscilene Santos em A Hora do Coaching, http://www.tvgeracaoz.com.br
Mônica Vitória
Mentora de Coaches.
Coach Executive, Wellness, Team, Srategics, Career e Life.
Consultora Estratégica e Operacional de Empresas.
E-mail: coachmonicavitoria.mentoring@hotmail.com
Site: em construção.
Sobre Mônica Vitória: Mônica Vitória é a primeira profissional a ministrar treinamentos de mentoring para coaches no Brasil. Formada em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda e pós-graduada em Gestão de Negócios, atua desde 1995 como Consultora Estratégica e Operacional elevando faturamentos de franqueadoras e franquias, com mais de mil horas em atendimentos. Atualmente, Mônica tem se dedicado a Mentoria para Coaches formados. Atende Times, Empresas e Pessoas como Executive, Wellness, Team, Strategics, Carrer e Life Coach. Ministra treinamentos e contribui em novos estudos e

Coaching e seus benefícios pessoais e profissionais

Mônica Vitoria, Mentora de Coaches será recebida por Noscilene Santos, apresentadora do Programa A Hora do Coaching, nesta quarta, 20, às 9h, http://www.tvgeracaoz.com.br, para falar de suas experiências em coaching na liderança, team coaching entre outras.
Esperamos por você! poste sua pergunta na pagina A Hora do Coaching no Facebook ou envie para cns3@uol.com.br
Mônica é graduada em Comunicação Social com Habilitação em Propaganda e Publicidade. Pós Graduada em Gestão de Negócios.
COACH Executive, Strategics e Team Certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching COACH Wellness, Personal & Professional – Licenciada pela Behavioral Coaching Institute (BCI) – Reconhecida pela International Coaching Council (ICC). Neurocoach de Liderança certificada pelo Neuro Coaching Center. Habilitada para Alfa Assessment – Coach Certification pela Worth Ethic Corporation .
Sua experiencia profissional inclui Consultora Estrategista e Operacional de Redes de Franquias há 18 anos.
Contatos: coachmonicavitoria.mentoring@hotmail.com ou monica.coaching@hotmail.com

Decisões e escolhas

ImagemDecisões são muito diferentes de escolhas. Enquanto as escolhas levam em consideração o presente onde se está e o futuro que as escolhas podem proporcionar, as decisões nos remetem a um presente restrito que temos de abandonar e à possível reedição ou não do passado. Por isso são tão doloridas, exatamente pelo apego ao que já temos e não queremos perder. Nas escolhas o presente e o passado também estão implicados embora não sejam o mais importante e pouco interfiram em qual escolha será feita, mas, em geral numa decisão nos restringimos a uns poucos pontos do passado e outros poucos do presente. Que pontos são esses? São os que se assemelham ou não às situações passadas ou a aquilo que teremos ou não de abandonar no presente.

Se essas alternativas se apresentam com certa similaridade a algum fato de nosso passado que consideramos ruins, essa alternativa terá bem menores chances de ser a escolhida. Se, por outro lado, as alternativas figuram com maior semelhança a algo que nos pareceu bom em nosso passado então a recobrimos de maior importância. No caso dos fragmentos do presente, claro que sempre uma decisão busca nos tirar de uma situação incômoda em nosso presente, mas nem todo nosso presente é ruim. Se a alternativa nos oferece risco de perdermos algo bom receamos, se pelo contrário, podemos apenas nos afastar do que é ruim então preferimos.

Quem já esteve sob o aperto de uma decisão reconhece esse mecanismo e o vê como natural, mas as aparências enganam. Quando enfrentamos uma decisão, esse foco demasiado em apenas alguns poucos aspectos do passado e do presente provocam uma acentuada diminuição de perspectiva sobre o todo de nossas vidas. Alguns aspectos não serão considerados e certamente serão eles que reclamarão seu espaço em nos provocarão o sentimento de arrependimento. Arrependimento é justamente isso. Quanto o preço a ser pago por nossa decisão é alto demais em relação aos benefícios proporcionados. Quando o que abandonamos nos é mais caro do que o que conseguimos. Esse foco em poucos aspectos pode retirar de nosso campo de visão e análise uma quantidade generosa de fatores que poderiam entrar na conta da decisão.

Simples, bastaria ter o tempo necessário para ampliar esse ângulo para termos considerados esses e outros tantos aspectos. Mas aqueles pontos iniciais que restringiram nosso campo de visão exercem tamanha pressão sobre nossa decisão que nos oprimem, cerceando nossa liberdade para escolher. Colocam como que certa necessidade e previsibilidade em nossas escolhas. O receio de ter de abrir mão de algo já conquistado, a possibilidade, mesmo que remota de que algo ruim possa voltar a acontecer, o medo de não atingir o objetivo esperado após todo esforço, o risco de que o objetivo mesmo que alcançado não nos traga os benefícios esperados ou pior, todos esses ingredientes juntos. São esses os grandes monstros da decisão e que nomeamos como: frustração decepção e arrependimento.

São pressões de nossa consciência, mas não apenas dela. Nossos relacionamentos mais próximos, as regras morais da sociedade em que vivemos que nos impõem certas regras de conduta que premiam o sucesso e abominam o fracasso. Esses fatores externos transformam o ato de decidir em um ato heterônomo, alheio. Vivemos numa cultura do prático, que cultua o sucesso. Ora, sucesso é a adequação dos resultados às expectativas, mas expectativas de quem? A pressão exercida pelo entorno por vezes é tão forte que buscando conquistar mais liberdade corremos o risco de abrir mão dela em prol de não corrermos o risco de uma eventual não aceitação.

Podemos, quem sabe, aprender a considerar todas essas questões e com um bom exercício ponderar essas pressões a ponto de recuperarmos a autonomia de nossas decisões, mas mesmo que isso aconteça, apenas ganhamos em autonomia e não em liberdade. Liberdade, lembrando o filósofo Frances Henri Bergson, está na ausência de qualquer razão tangível para a escolha. Estaremos tanto mais livres de pressões quando mais libertos de qualquer tipo de necessidades e opressões vindas do externo ou até mesmo de nossas vontades. Ora se nossas vontades nos oprimem nos tornamos reféns dela e com isso nos tornamos previsíveis.

Mas nosso problema não termina até que nos libertemos da própria decisão. Sim, ela se impôs a nós independentemente de nossa escolha. Provavelmente em decorrência de fatores não pensados de decisões passadas. Ficamos assim reféns de uma cadeia de decisões onde se embaralham decisões presentes com decisões passadas. É por isso que o mesmo Bergson num momento posterior modifica sua concepção de liberdade. Se num primeiro momento a liberdade reside na ausência de pressões para a escolha, ainda teremos de escolher, num segundo momento só encontraremos real liberdade na criação do novo. Somente ganaremos real libertade quando nos colocarmos perante o futuro de mãos vazias. Não teremos como apanhar as surpresas da novidade se estivermos com nossas mãos e mentes ocupadas com o antigo.

Se dissemos que sucesso é a adequação do resultado às as expectativas. Tudo o que não se adéqua às expectativas é erro, é fracasso. Mas o que é a novidade senão, exatamente, a não adequação do resultado a qualquer coisa que conhecemos? Grande parte daquelas experiências passadas que buscamos repetir foram tão boas pela novidade, pela surpresa e pelo frescor do desconhecido. Se vivemos uma vida perseguindo o sucesso, sem saber também perseguimos o passado do já conhecido. Tanto quanto abandonamos toda e qualquer perspectiva de surpresa e novidade. Ora, será mesmo que devemos permitir que a riqueza do nosso passado nos imponha limites e que nos reste somente uma pobreza em nosso futuro?

Jadir Mauro Galvão é filósofo, mestre em filosofia pela PUC-SP, Coach, Master practitioner em PNL – Programação Neurolinguistica, especialista de PNL em saúde treinado pessoalmente por Robert Dilts, Tim Halbon, Suzi Smith e Alan Ferraz e professor universitário. Minha linha de pesquisa dá-se em filosofia da psicologia e seu foco gira em torno da ação e da decisão do ser humano. Como nossas concepções a influenciam nossas decisões. Estudo a problemática humana desde muito cedo. Hoje leciono disciplinas de ciências humanas na FMU e ministro cursos de desenvolvimento pessoal com os seguintes temas: Liderança Tática; Relacionamentos e Conflitos; Consciência Emocional; Estratégias de Decisão; Auto-Motivação. Coordeno um grupo de pesquisas em PNL desenvolvendo novas técnicas e abordagens.

Jadir será recebido por Noscilene Santos, apresentadora do programa A Hora do Coaching, quarta-feira, 13, às 9h, http://www.tvgeracaoz.com.br

Esperamos por você! envie sua pergunta para aovivo@tvgeracaoz.com.br ou poste na pagina A Hora do Coaching – Facebook.

 

Media Training & Storytelling

Qual é a relação entre Media Training, Storytelling e a empresa?

Nancy Assad será recebida por Noscilene Santos, apresentadora do programa A Hora do Coaching, nesta quarta, 6, às 9:00 da manhã, para falar sobre os benefícios do Media Training para construir uma comunicação eficaz com a imprensa e a sociendade.

Nancy Assad possui experiência em Comunicação, Marketing, Gestão de Negócios, Ética, Comportamento e Responsabilidade Social. É Autora dos livros: “Media Training – Comunicação Eficaz com a Imprensa e a Sociedade” – Editora Gente 2009 e “As Cinco Fases da Comunicação para Gestão de Mudanças – Como aplicar Conhecimento na Sustentabilidade Corporativa” – Editora Saraiva 2010. Além disso, é especialista em Comércio e Relações Internacionais, Comunicação Corporativa e Estratégica e Media Training. Atuou por mais de 20 anos em dois Grupos Multinacionais – Rhodia e Deltec, adquirindo competência e experiência para atuar em várias frentes da comunicação.
Atualmente é diretora da NA Comunicação e Marketing, agência de comunicação corporativa especializada em desenvolver soluções customizadas, que ela idealizou percebendo a demanda das empresas por soluções inteligentes, especialmente nas áreas de assessoria de imprensa e marketing.

Assista A Hora do Coaching, ao vivo, http://www.tvgeracaoz.com.br todas as quartas, às 9:00.

Você pode participar enviando-nos a sua pergunta para aovivo@tvgeracaoz.com.br

 

O sucesso de uma empresa familiar

Nesta quarta, 6, Noscilene Santos, apresentadora do programa A Hora do Coaching, recebe Valéria José Maria que irá falar de suas experiências como diretora e sócia de empresa familiar, do seu livro Autorealizaçao – A escolha é sua.

Valéria é diretora-socia da MOT – Training and Developement Estados Unidos e Brasil, que completará 18 anos este ano. Ela é  responsável pelas àreas de gestão e marketing.
Autora do livro “Auto-Realização-A Escolha é Sua”, publicado pela Editora Qualitymark e co-autora de quatro livros:
“Motivação”, publicado pela Editora Campus,
“Liderança e Motivaçao”
“Motivação de Equipes Virtuais”, publicado pela Editora Gente
Escreveu um capítulo do “Manual do Treinamento e Desenvolvimento”.
Seu foco profissional se refere a relacionamentos interpessoais, autoconhecimento,  liderança e coaching.
Há mais de 25 anos estuda e pratica diversas  tecnicas orientais entre elas Yoga Integral e Taichi chuam.
Utiliza técnicas de autoconhecimento, meditação, relaxamento e movimentos transcendentes, com aplicação e resultados no âmbito pessoal e profissional.
Denomina-se uma estudiosa em busca do autoconhecimento. Fez diversas viagens (vinte e cinco paises) America, Europa, Africa e Asia.